Durante uma partida de futebol em 1823, o inglês William Webb Ellis agarrou a bola com as mãos sem nenhuma explicação, prensou-a contra o peito e disparou a correr, cruzando o campo em alta velocidade. Os colegas tentaram contê-lo, mas ele desviava de todos. Até que um deles saltou como um goleiro e conseguiu derrubá-lo. A brincadeira acabou virando esporte: o rúgbi.
As equipes de rúgbi têm 15 jogadores.
Cada partida se divide em dois tempos de 40 minutos, e os jogadores só podem ser substituídos se tiverem contusões comprovadas.
O campo possui 100 metros de largura por 69 de profundidade, com mais 22 metros depois da linha de fundo.
Existem várias maneiras de marcar pontos. Quando um jogador consegue ultrapassar a linha de fundo do campo, marca um “try“, que vale 4 pontos e dá direito ao time que obteve de desferir um “chute de conversão”.
Se a bola passar sobre o travessão, entre as traves em forma de H, o time conseguirá mais 2 pontos.
Outra maneira é a cobrança de pênaltis, ou tiros livres diretos.
Os jogadores só podem conduzir a bola com a mão e passá-la para trás. A não ser que ela seja chutada, o que pode acontecer também com o jogo em andamento (é o caso do “drop“, quando o jogador, sem ter a quem passar, quiçá a bola e dá um chute).
Só é permitido barrar um jogador se ele estiver de posse da bola.
No Brasil, o rúgbi existe desde fins do século passado e até o começo dos anos 1960 foi um esporte de elite. Só com a realização do Campeonato Sul-Americano, em São Paulo (SP), em 1964, começou a ser mais difundido no país.