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O que o inventor da dinamite tem a ver com o Prêmio Nobel da Paz

O químico e inventor sueco Alfred Nobel registrou 355 patentes ao longo de sua vida. A mais conhecida delas foi a invenção da dinamite, em 1867, um explosivo que se mostrou bem mais “seguro” que a nitroglicerina. A dinamite começou a ser usada na mineração e na construção civil. Mas passou a servir também a exércitos. Nobel ficou riquíssimo e, por isso, foi chamado de “mercador da morte”. Para limpar sua reputação, ele criou o Prêmio Nobel em 1895.

A premiação passou a ser entregue em 1901, atendendo a um desejo manifestado por Alfred Nobel em seu testamento. Solteiro e sem filhos, Nobel deixou uma fortuna que seria equivalente hoje a 265 milhões de dólares, cujos juros anuais são divididos entre aqueles que tenham se destacado e prestado bons serviços à humanidade. Nobel especificou os campos de atividade que desejava premiar: física, química, fisiologia ou medicina, literatura e paz.

Em 1968, o Banco Central da Suécia criou um prêmio em memória de Nobel para trabalhos na área de economia. O prêmio consiste em uma medalha de ouro, um diploma e uma soma variável em dinheiro. A cerimônia de premiação acontece sempre em 10 de dezembro – aniversário da morte de Nobel – em Estocolmo, na Suécia, exceto o Nobel da Paz, que acontece em Oslo, na Noruega.

[Aviso importante: Nenhum curioso ficou ferido durante a gravação deste vídeo. O que eu tenho nas mãos é um chocolate, cuja embalagem imita uma banana de dinamite. Esse chocolate, assim como a camiseta, são lembranças do Museu do Prêmio Nobel, que fica na capital sueca.]

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