O polêmico filme é inspirado no livro “Elite da Tropa”, de Luiz Eduardo Sopares, ex-secretário Nacional de Segurança Pública, e André Batista e Rodrigo Pimentel, ex-integrantes do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope).
O filme, dirigido por José Padilha, custou R$10,5 milhões.
Em sua primeira sessão pública, no dia 18 de setembro de 2007, no Festival Internacional de Cinema do Rio, os 300 ingressos disponíveis se esgotaram em uma hora.
Antes mesmo de ser finalizado o filme se transformou em um fenômeno da pirataria. Um funcionário da empresa contratada para fazer as legendas de “Tropa de Elite” copiou o filme e emprestou a um amigo e a um ator do longa. Semanas antes do lançamento oficial, a versão não-finalizada já era vendida por camelôs.
Integrantes do Bope entraram na Justiça para que o filme não fosse exibido nas salas de cinema, alegando ser ofensivo à instituição. A ação foi iniciada antes do lançamento do filme – logo, pode-se concluir que os integrantes do Bope assistiram à versão pirata de “Tropa de Elite”. A solicitação foi vetada pela juíza Flávia de Almeida Viveiros de Castro.
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, afirmou que viu o filme em um DVD pirata. Mais tarde, desconversou e disse que assistiu ao filme com o diretor José Padilha.
Uma pesquisa feita pela Datafolha, publicada no dia 6 de outubro de 2007, revelou que mais de 1,5 milhão de pessoas assistiram a “Tropa de Elite” em DVD piratas.
O filme estreou no dia 5 de outubro de 2007 em 171 salas de cinema do Rio de Janeiro e de São Paulo. Nos três primeiros dias de exibição 180 mil pessoas assistiram à “Tropa de Elite”, uma média de 1052 pessoas por sala.