Em agosto de 2001, a revista científica Neuron publicou uma pesquisa realizada no Hospital da Universidade de Huddinge, na Suécia, na qual foram colocadas pessoas para cheirar diversas substâncias. Por meio de tomografias computadorizadas, viu-se que elas reagiram de forma diferente quando cheiraram algo relacionado ao sexo oposto.
As mulheres, por exemplo, tiveram um aumento da pressão sangüínea quando estavam diante de substâncias relacionadas ao androgênio (tipo de hormônio masculino). E com os homens aconteceu a mesma coisa quando cheiraram substâncias relacionadas ao estrogênio (hormônio feminino). Para os pesquisadores, a experiência mostra que pelo menos o cérebro consegue detectar os feromônios.
