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Obras de arte que cabem no recheio dos biscoitos Oreo

OREOAnita Pan, canadense de família taiwanesa, encontrou um jeito bastante curioso de se divertir com os filhos na quarentena. A inspiração nasceu na conta de Instagram @ArtintheEats, de Tisha Cherry, que mostra reproduções de obras de arte em diferentes tipos de comida. Anita se divertiu com o quadro “O Grito”, de Edvard Munch, desenhado na parte branca do recheio do biscoito (ou bolacha, se preferir) Oreo. No final de março, o Getty Museum, de Los Angeles, Estados Unidos compartilhou uma ideia do perfil Between Art and Quarantine e lançou o desafio: os seguidores deveriam recriar uma escultura ou um quadro famosos usando três objetos disponíveis na própria casa. A criatividade rolou solta e o resultado acabou sendo muito divertido. “Decidi recriar obras de arte famosas em Oreos”, conta Anita. “Tornou-se minha atividade diária durante o isolamento social”.

 

Anita, gerente do Serviço Estrangeiro da Escola Woodrow Wilson de Assuntos Públicos e Internacionais, ligada à Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, começou a publicar suas criações no Twitter no dia 4 de abril. A primeira foi a reprodução da escultura “A Pequena Dançarina de Catorze Anos”, do francês Edgar Degas, de 1881. Hoje ela completou a 20ª.  A coleção ganhou uma conta própria no Instagram Art’s Favourite Cookie. Anita procura dar informações sobre a obra original em suas publicações. Destacamos alguns deles aqui:

 

A Pequena Dançarina de Catorze Anos – Edgar Degas (1881)

 

A Grande Onda de Kanagawa – Katsushika Hokusai (1829-1833)

 

O Beijo – Gustav Klimt (1907-1908)

 

Duas Jovens ao Piano – Pierre-Auguste Renoir (1892)

 

Impressão, Nascer do Sol – Claude Monet (1872)

 

Comedian, Maurizio Cattelan (2019)

 

Garota com Balão – Bansky (2002)

 

A Noite Estrelada – Vicent Van Gogh (1889)

 

Um dos biscoitos (ou bolachas, fique à vontade) preferidos de Anita é o “A Noite Estrelada”, do holandês Vicent Van Gogh, de 1889. O quadro está no Moma (Museu de Arte Moderna de Nova York) desde 1941. “Acredito que as estrelas irão brilhar mais forte depois que tudo isso passar”, diz Anita.
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