começa na cidade de Reading, no estado americano de Ohio, em 1969.
A história
Merle Robbins e o filho, o professor Ray, gostavam de um jogo de cartas chamado "Oito Maluco" (as cartas 8 funcionavam como coringas).
O barbeiro
sempre se desentendendo. Merle queria improvisar novas regras e Ray argumentava que as regras deveriam ser respeitadas.
Só que acabavam
depois de tanta briga, os dois resolveram fazer o próprio jogo de cartas e lançaram o Uno em 1971.
Até que,
concebido na mesa dejantar da casa, com a ajuda da mulher, Marie, e da nora, Kathy.
O jogo foi todo
assim porque os dois achavam a sonoridade da palavra melhor que "One" (um em inglês). O nome Uno precisa ser dito sempre que o jogador tem uma última carta em mãos (ou não, como se verá mais adiante).
O Uno foi batizado
pegaram as economias de 8 mil dólares e mandaram imprimir 5 mil baralhos.
Merle e Ray
tem 112 cartas.
Cada baralho
foram substituídos por cores: vermelho, amarelo, verde e azul.
Os naipes
os baralhos para os clientes da barbearia eRay, para seus alunos. Foi um sucesso imediato.
Merle vendia
eles venderam os direitos do jogo para uma grande empresa por 50 mil dólares e mais royalties de 10 centavos por unidade vendida. Hoje a marca pertence à Mattel.
Em 1972,
em 50 anos de vida, o Uno já tenha vendido 150 milhões de cópias.
Calcula-se que,
se instalou em 2020: a conta oficial do Uno no Twitter respondeu a uma postagem do astro da NBA, Donovan Mitchell, dizendo que não era necessário dizer "Uno" com uma carta na mão, não.
Uma polêmica
no Brasil, a regra escrita pela Copag, fabricante licenciada do jogo, é clara: isso deve ser feito, sim.
Só que,
(Só temos mais uma carta em mãos).
Uno!!!!!!
é a sigla para Companhia Paulista de Papéis e Artes Gráficas.