DA FICÇÃO CIENTÍFICA

AS PIONEIRAS 

ou O Prometeu Moderno” (1818), da inglesa Mary Shelley, é considerado o primeiro romance de ficção  científica da história.

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“Frankenstein:

gerado pelo Dr. Frankenstein foi criado pela ciência, não pelo sobrenatural.

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O monstro

como pioneira, antes  dela, a romancista, poeta, cientista e dramaturga Margareth Cavendish,  a Duquesa de Newcastle.

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Há quem aponte

“O Mundo Resplandecente”,  é um poderoso relato  feminista de uma realidade utópica alternativa.

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Seu livro de 1666,

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foi a também inglesa Jane Wells Webb Loudon, autora  de “A Múmia - Um Conto do Século 22”, de 1827.

Outra pioneira

fala de uma múmia do Antigo Egito, trazida de volta à vida  por meio de métodos científicos. A obra apresenta uma Londres do futuro, onde as mulheres usam calças, cirurgiões e advogados são autômatos movidos a vapor, e existe  uma espécie de Internet.

A história

a escrita feminina era marginalizada. Por isso, algumas autoras usavam pseudônimos masculinos. Gertrude Barrows Bennett, por exemplo, assinava  como Francis Stevens.

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Nesse período,

grande escritora americana  de ficção científica e também a criadora da “dark fantasy”, histórias que incorporam  temas assustadores na fantasia. Entre outros autores, ela influenciou o horror cósmico de H.P. Lovecraft.

Ela foi a primeira

também que foram deixadas  em segundo plano. O caso  mais clássico é o da alemã  Thea von Harbou.

Há autoras

(1927) é todo creditado a Fritz Lang, mas poucos falam que  foi a mulher dele, Thea,  quem escreveu o livro  e o roteiro do filme.

O filme “Metropolis”

Queen utilizou cenas  do filme no videoclipe de "Radio Gaga".

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