A história do

Kichute

informações sobre a história  do Kichute, uma mistura de tênis  e chuteira, que imperou nos pés  de meninos e meninas nos  anos 1970 e 1980. A São Paulo Alpargatas, dona da marca, chutou essa história para escanteio.

Há pouquíssimas

foi lançado oficialmente em  15 de julho de 1970 –  24 dias depois da conquista  do tricampeonato mundial,  no México. O Kichute nasceu  com o futebol vivendo um momento de muita euforia.

O Kichute

Em 1978,

ano da Copa do Mundo da Argentina, o Kichute bateu  seu recorde de vendas:  9 milhões de pares.

do Kichute era dividido entre aqueles que amarravam os longos cadarços no calcanhar  e aqueles que amarravam  por baixo do solado.

O mundo

chegou a lançar também bolas de futebol de campo e de salão.

A Kichute

começou a perder força   no início da década de 2000, quando as chuteiras mais vistosas começaram  a entrar no mercado.

O Kichute

Modelos coloridos,

com design totalmente  diferente, foram lançados  tempos depois com o nome  de Kichute, mas sem  o mesmo sucesso.

da marca pouco antes da Copa de 1982. O comercial dizia; “A gente logo conhece um craque de futebol. Ele tem jogo de cintura, força, fibra e muita garra. Quem começa no futebol com um craque assim tem tudo para ser um campeão”. O slogan era:  Kichute… calce essa força!”.

Zico foi garoto-propaganda

Galvão Bueno

também fez um comercial  de Kichute, narrando uma  corrida de carrinho de rolimã.  Era outra maneira de demonstrar a durabilidade do produto.  Nessa época, o slogan era: “Com Kichute, quem ganha é você”.

o escritor Márcio Américo lançou o livro “Menino de Kichute”, que narra a infância de um grupo de meninos durante a década de 1970. O personagem principal, Beto, de 12 anos, sonha em ser goleiro da Seleção Brasileira.

Em 2003,

foi adaptado para o cinema em 2010 pelo diretor Luca Amberg. Lucas Alexandre fez o papel  de Beto. “Meninos de Kichute” ganhou o prêmio de melhor  filme do júri popular da  34 ª Mostra Internacional  de Cinema de São Paulo.

O livro 

O jornalista

Gonçalo Júnior lançou "Quando éramos iguais – Memórias da geração que usou Kichute”, em setembro de 2022, pela Editora Noir. A obra traz os depoimentos emocionados de 54 pessoas que usaram o calçado que tantas boas recordações deixou.

Como  começou a briga

Puma x Adidas