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Mulheres no poder

24 de abril de 2019

Angela Merkel
Protegida do ex-chanceler alemão Helmut Kohl, destacou-se como uma das principais líderes do Partido Conservador Cristão (CDU). Em 2005, venceu as eleições para o posto de chanceler alemão.

Benazir Bhutto
Antes de assumir o posto de primeiro-ministro do Paquistão, foi presa diversas vezes por liderar o Partido do Povo. O grupo político lutava por melhores condições sociais no país. Em seus dois mandatos (1988 a 1990 e e 1993 a 1996), desenvolveu uma campanha para acabar com as castas e com a discriminação da mulher. Recebeu o Prêmio Kreisky de Direitos Humanos em 1988.

Indira Gandhi
Seu pai, Jawaharlal Nehru, foi o fundador do chamado Estado indiano moderno. Durante o período em que ele esteve no poder, Indira participou ativamente do governo assumindo a presidência do Congresso (1959 a 1960). Subiu ao poder em 1971, logo após a Guerra Indo-Paquistanesa. Em 1975, quando surgiram acusações de que teria lançado mão de atividades ilegais para se eleger, decretou estado de emergência. Perdeu o cargo 1977, mas voltou ao posto em 1979. Foi assassinada em 1984 por um extremista sikh.

Golda Meir
Participou da fundação do Estado de Israel, em 1948. Era primeiro-ministro do país quando ocorreu, em 1973, a Guerra do Yom Kippur (tropas egípcias e sírias atacaram a nação israelense durante as comemorações do Dia do Perdão). Também foi embaixadora na Rússia. Morreu em 8 de dezembro de 1978.

Margareth Thatcher
A inglesa deixou a carreira na indústria química para entrar na política graças ao marido, Denis Thatcher. Valeu a pena. Em 1979, tornou-se a primeira mulher a ocupar o cargo de primeiro ministro na Inglaterra. Durante o seu governo, reduziu a inflação e melhorou a cota da libra esterlina, entre outras ações. Foi substituída por John Major em 1990.

Maria de Lourdes Pintasilgo
Assumiu o cargo de primeiro-ministro de Portugal em 1979. Ficou pouco tempo no poder ? apenas 1 ano -, mas ficou conhecida por seu trabalho em prol dos direitos das mulheres. Também foi embaixadora da Unesco e representante portuguesa na ONU. Em 1986, lançou sua candidatura para a presidência do país, mas perdeu para Mário Soares.

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