Os bichos que viraram mascotes de futebol

5 de junho de 2020

Periquito e Porco

O periquito representava o Palmeiras, até ser trocado pelo porco. Durante o Campeonato Paulista de 1969, o Corinthians pediu permissão à Federação Paulista de Futebol para contratar 2 jogadores que substituíssem 2 que haviam falecido. Todos os clubes concordaram, menos o Palmeiras. Na partida seguinte, a torcida corintiana protestou contra a “sujeira” palmeirense soltando um porco no Estádio do Morumbi antes do jogo. Enquanto o suíno corria, os corintianos gritavam “Dá-lhe, porco!”, provocando os adversários. Em 1986, a torcida palmeirense resolveu adotar a nova mascote e o coro.

 

Galo

Em 1945, quando o chargista Mangabeira trabalhava no jornal Folha de Minas, o editor lhe encomendou alguns símbolos para os times mineiros. Mangabeira decidiu desenhar bichos. Para ele, o Atlético Mineiro lembrava um galo de briga. A mascote do Cruzeiro foi inspirada na figura de um ex-presidente do clube, “astuto como uma raposa”. Mangabeira criou também o canário da Seleção Brasileira.

Peixe

Passou a ser o símbolo do Santos a partir do primeiro jogo do profissional do futebol brasileiro, em 1933, contra o São Paulo. Antes da partida, os jogadores santistas foram chamados de “peixeiros” pelos são-paulinos.

Leão e Tigre

Temos ainda o leão, da Portuguesa e do Sport Recife; e o tigre, símbolo do Criciúma.

 

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