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20 curiosidades sobre a Seleção Brasileira

24 de abril de 2019

 

1. A pior colocação do Brasil em uma Copa é a 14ª, que aconteceu em 1934. Na ocasião, a seleção disputou uma única partida, contra a Espanha, e foi derrotada por 3 a 1.

2. Em 1954, o Brasil enfrentou a fase classificatória da Copa do Mundo pela primeira vez. A vaga para o Mundial na Suíça foi garantida graças a dois gols de Juninho, um de Baltazar e outro de Humberto em partida contra o Paraguai, em 21 de março.

3. O jogador que acumula mais jogos pela Seleção Brasileira é Cafu, com 20 partidas disputadas.

4. O brasileiro Ronaldo e o alemão Miroslav Klose dividem o posto de maior artilheiro da história das Copas, com 15 gols cada.

5. Sete jogadores estão empatados no primeiro lugar do ranking dos que mais participaram de Copas na Seleção Brasileira: Cafu (1994, 1998, 2002 e 2006), Castilho (1950, 1954, 1958 e 1962), Djalma Santos (1954, 1958, 1962 e 1966), Leão (1970, 1974, 1978 e 1986), Nilton Santos (1950, 1954, 1958 e 1962), Pelé (1958, 1962, 1966 e1970) e Ronaldo (1994, 1998, 2002 e 2006).

6. Em duas das cinco vezes em que saiu campeã do mundo, a seleção brasileira teve 100% de vitórias: 1970 (seis jogos) e 2002 (sete jogos).

7. A primeira Copa que teve números nas costas dos jogadores foi a do Brasil, em 1950. Mesmo assim, a amarelinha número 10 só seria imortalizada oito anos depois, por Pelé, em 1958, na Suécia.

8. Pelé, aliás, foi o único que envergou a camisa 10 em quatro Copas do Mundo. Vêm logo atrás Rivellino, Zico e Rivaldo, todos com duas.

9. Em algumas Copas, mais de um jogador desempenhava o papel de capitão da equipe. A última vez em que isso aconteceu foi em 1994, quando Dunga dividia as honras com Jorginho e Raí. Mesmo assim, o meio-campista foi quem levantou a taça de campeão.

10. De 1994 até 2010, todas as Copas tiveram algum jogador que deixou a seleção brasileira por contusão.

11. De todas as Copas, a que o Brasil teve o time mais “velho” foi em 1962 (29,6 anos) — quando foi bicampeão. A equipe mais nova, por outro lado, teve o pior desempenho da história do Brasil em Copas: 14ª colocação, em 1934 (23,2 anos).

12. Aos 32 minutos do segundo tempo da partida contra o Paraguai pelas eliminatórias da Copa de 70, Pelé fez o gol da vitória, levando o Maracanã ao delírio. Naquele 31 de agosto de 1969, foi registrado o maior público pagante da história do estádio: 183.341 pessoas. Após o jogo, o Brasil teve o passaporte carimbado para a Copa do México, onde seria tricampeão mundial.

13. Gérson, conhecido como “Canhotinha de Ouro”, era o jogador mais experiente entre os escalados para a Copa de 1970. Algumas versões não-oficiais sugerem que as opiniões dele seriam muito ouvidas no Mundial do México. Zagallo, que treinou a seleção depois de ela ter sido formada por João Saldanha, nunca assumiu as intervenções de Gérson.

14. Zico foi imposto pela CBF como consultor técnico de Zagallo no início da Copa de 1998. Ele foi apontado como o responsável pelo corte do atacante Romário — que retaliou com caricaturas tanto de Zico quanto de Zagallo no banheiro de sua boate. Zico foi demitido logo após o vice-campeonato na Copa.

15. Poucos foram os jogadores brasileiros que desistiram de vestir a camisa da seleção. O caso mais recente foi do meia Leonardo, em 1999, após divergências com Vanderlei Luxemburgo. Em 2001, no entanto, o ex-jogador do Flamengo e do São Paulo voltou ao time, quando o técnico era Felipão.

16. Outro caso foi o do lateral-direito Leandro, que em 1986 desistiu da Copa do Mundo após Telê Santana dispensar o amigo Renato Gaúcho. Em 1993, o atacante Careca, que se sentia fora de forma, pediu ao técnico para não jogar mais pelo Brasil nas eliminatórias.

17. Também houve dois casos com campeões mundiais: Romário e Taffarel. Em 2006, o Baixinho se recusou a disputar um amistoso contra a Eslovênia, e o goleiro entrou em conflito com Ricardo Teixeira, presidente da CBF, em 1995. Ambos, no entanto, voltaram a vestir a camisa da seleção mais tarde.

18. Poucas foram as vezes em que políticos interferiram no comando da seleção brasileira. Em 1938, havia uma briga para ver qual a dupla de ataque ideal da seleção: Tim e Hércules ou Perácio e Patesko. O presidente Getúlio Vargas opinou, dizendo que queria ver Perácio e Patesko. O técnico Adhemar Pimenta acabou escolhendo um meio-termo: Perácio e Hércules.

19. Para a disputa do campeonato Sul-americano de 1921 e 1925, os presidentes Epitácio Pessoa e Arthur Bernardes, respectivamente, determinaram que a CBD não convocasse jogadores negros. A decisão foi acatada em ambas os casos.

20. O presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu meter o bedelho na seleção de 2002, pedindo que Felipão convocasse Romário. O técnico respondeu que FHC era apenas mais um entre 170 milhões de “treinadores” — e não chamou o atacante.

 

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