A origem do Dia de Todos os Santos (01/11)

28 de outubro de 2020

A data celebra os santos e mártires das igrejas cristãs na sua totalidade, assim como todos aqueles que não são lembrados na oração e não contam com um dia próprio de comemoração.

Define-se como Santos aquelas pessoas que viveram uma vida de acordo com os ensinamentos do Evangelho. Desta forma, a Igreja acredita que estas pessoas estejam junto a Deus.

O Dia de Todos os Santos é reconhecido pelos cristãos católicos, romanos, ortodoxos e anglicanos.

Os luteranos também reconhecem a data, porém, a intenção da comemoração inclui a lembrança de que todas as pessoas batizadas são santas.

A celebração em 1º de novembro acontece no ocidente, enquanto que as igrejas do oriente comemoram no primeiro domingo depois de Pentecostes, 50 dias após a Páscoa.

A origem da data se dá no Século IV na antiga cidade de Antioquia, atual Antáquia, na Turquia, quando os santos mártires eram celebrados no primeiro domingo após o Pentecostes.

Em 855 d.C., o Papa Gregório IV define a data de 1º de novembro como aquela para homenagear todas as pessoas que tiveram uma vida santa, mas não foram lembrados durante o ano. Aqueles que não foram reconhecidos como santos oficialmente pela Igreja também eram homenageados.

O Dia de Todos os Santos é comemorado de diversas formas pelo mundo. Em Portugal, a data também é conhecida como “Pão de Deus” e tem como particularidade ser um dia divertido para a s crianças. É tradição que grupos de crianças passem de casa e casa e ganhem pão, frutas ou doces.

Existe cerca de 20 mil santos e beatos católicos reconhecidos oficialmente pela Igreja Católica por meio do processo de canonização.

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