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Tipos divertidos do SBT

24 de abril de 2019

 

Feliz
Conhecido como “Feliz”, o humorista Felisberto Duarte trabalhou no programa “Aqui Agora”, exibido pelo SBT entre 1991 e 1997, anunciando a previsão do tempo. Ele sempre começava dizendo “boa noite e tempos felizes” e encerrava com uma piada e com a antológica frase “e piriri e pororó”. Uma de suas marcas registradas era usar elementos cenográficos para apresentar os fenômenos metereológicos. Quando havia chuva à vista, aparecia com uma capa amarela de chuva. Em dias de Sol, vinha com um belo óculos escuros.

O humorista começou a apresentar sinais de depressão logo após sair do “Aqui Agora”, em 1997. A doença agravou-se depois do cancelamento da segunda versão do programa, em abril de 2008. Feliz morreu quatro meses depois, em decorrência de um câncer de intestino.

Lombardi
Luiz Lombardi Netto sonhava em ser narrador de jogo de futebol. Mas acabou conhecendo Silvio Santos no fim da década de 1960 e tornou-se seu locutor oficial. Esteve ao lado do patrão nos programas “Tentação”, “Em Nome do Amor”, “Qual é a Música” e “Todos Contra Um”. Seu rosto, como determinava o contrato, nunca apareceu na telinha. Tudo para assegurar o mistério  – e o Ibope! Lombardi morreu no dia 2 de dezembro de 2009, vítima de um infarto.

Pedro de Lara
O jurado do programa “Show de Calouros” ficou conhecido por usar um terno listrado e carregar sempre um buquê de lírios. Quando gostava muito da apresentação do candidato, subia na cadeira e gritava para o auditório: “Quando fico de pé…”. A plateia respondia gritando a nota máxima. Ficou com o posto de mal-humorado depois da morte da colega Aracy de Almeida. Seu nome verdadeiro era Pedro Ferreira dos Santos. Nos anos 70 e início dos 80, o comediante atuou em pornochanchadas como “As Taradas Atacam” (1978), “Emoções sexuais de um cavalo” (1986), “Máfia Sexual” (1986). Pedro de Lara morreu em 13 de setembro de 2007, aos 82 anos, vítima de um câncer de próstata.

Roque
Começou como office- boy da rádio Excelsior, na década de 1950. Nas horas de folga, dava uma força para Manoel de Nóbrega no programa que ele mantinha na emissora. Nessa época, conheceu Silvio Santos, com quem fez amizade. Quando Silvio montou seu próprio canal, levou o colega para trabalhar na empresa. Suas aparições na telinha ficaram mais frequentes na década de 1970. Era ele quem entregava as flores para os casais formados na atração “Em Nome do Amor”. Também passou a ajudar a controlar e animar as “colegas de trabalho” nos programas de auditório.

 

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