A história do Guinness Book, o livro dos recordes

24 de abril de 2019

Em 1955, durante uma caçada na Irlanda, Hugh Beaver, concluiu que não havia caçado tarambolas porque os pássaros eram rápidos demais. Naquela noite, disse a seus amigos que aquela era a “ave de caça mais rápida que temos”.

A princípio, a afirmação pareceu uma justificativa para o fracasso do caçador, mas depois virou uma “pulga atrás da orelha”, já que ninguém conseguiu encontrar uma fonte para confirmar ou desmentir o fato.

Hugh, então diretor-executivo da Arthur Guinness, Son and Company, fabricante da cerveja Guinness, teve por fim a idéia de fazer um livro que tivesse todos os tipos de recordes.

A tarefa parecia grande demais, até que apareceram os gêmeos Norris e Ross McWhirter, jornalistas devoradores de trivialidades que colecionavam uma imensidão de fatos e números. Quatro meses após uma conversa com Hugh, os McWhirter haviam compilado e publicado o primeiro Guiness, com 198 páginas.

Quatro meses depois, era o número 1 na lista dos livros de não-ficção mais vendidos na Inglaterra. De lá para cá, o livro alcançou tamanho sucesso que seus exemplares (atualizados todos os anos) foram traduzidos para 37 idiomas. Em seu 50º aniversário, 100 milhões de cópias haviam sido comercializadas em todo o mundo.

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