Curiosidades aleatórias de animais na tela do cinema

11 de agosto de 2020

A “volta ao mundo em oitenta dias” foi um verdadeiro zoológico cinematográfico: 8.552 animais participaram das filmagens. A saber: 3.800 ovelhas, 2.448 búfalos, 950 burros, oitocentos cavalos, 512 macacos, 17 touros, 15 elefantes, seis gambás e quatro avestruzes.

“Guerra e paz” chegou perto. Contou com a participação de 8 mil cavalos.

Em “Dança com lobos”, a cena da caçada tinha 3 mil búfalos e consumiu oito dias de trabalho.

“Quo vadis” contou com um elenco de 63 leões.

O cuidado com os bichos durante as filmagens é muito grande. Até mesmo com insetos. Lembra da cena em que uma aranha assassina é pisoteada em “Aracnofobia”, de Steven Spielberg? O sapato do exterminador tinha um buraco especial na sola. O mais engraçado: o som dessa cena é o do esmagamento de batatas chips.

Numa cena de “Indiana Jones e a Última Cruzada” foram usados 3 mil ratos, mas o recorde continua sendo do filme “Nosferatu, o último vampiro”. Uma cena contou com 11 mil ratos, todos tingidos de cinza.

O cachorro pug Mushu participou de “MIB — homens de preto 1 e 2″. No segundo filme, ele já tinha sete anos e teve de receber maquiagem para cobrir os pelos grisalhos em seu focinho.

Doze chimpanzés atuaram nos filmes de Tarzã. O mais famoso deles chamava-se Jiggs e atuou ao lado de Johnny Weissmüller. Nos anos 60, já aposentado, passou a se dedicar ao seu hobby predileto: a pintura. Em 2008, foi lançado o livro “Mim, Chita”, autobiografia fictícia do macaco. Escrito por James Lever, mas assinado por Chita, o livro concorreu ao prêmio Booker Prize. Na véspera do Natal de 2011, Chita, que desde 2001 era considerada o macaco mais velho do mundo, morreu aos 81 anos, vítima de insuficiência renal.

Desde 1938, nove gerações de collies interpretaram a personagem Lassie, todos machos e descendentes diretos de Pal, o primeiro a conquistar Hollywood.

O passaporte para a fama do leão Leo foi o rugido que deu para a vinheta de abertura dos filmes da Metro. Logo depois, ele e seu treinador abandonaram o cinema. Morreu em 1936 e está enterrado sob um carvalho na fazenda Phifer Farm, em Nova Jersey.

O primeiro dos 18 Rin-Tin-Tins foi Tinty, um pastor alsaciano que ganhava mil dólares semanais (uma fortuna na época). Tinha uma coleira de diamantes e um chefe de cozinha só para ele. Morreu de câncer no estômago. Foi sepultado no Cemitério dos Cães, em Paris.

Trigger, o cavalo de Roy Rogers, foi interpretado por Golden Cloud e atuou por nove anos. Sua carcaça, empalhada, está em exibição no Roy Rogers/Del Evans Museum, em Victorville, Califórnia.

Em “Scooby-Doo” (2003), o cachorro trapalhão foi totalmente criado por computadores. Os atores do filme rodavam suas cenas com um boneco mar- cando o local do personagem e, mais tarde, Scooby era incluído digitalmente no filme.

Keiko era a baleia orca macho do filme “Free Willy” (1993). Vivia num tanque nos Estados Unidos, que tinha água gelada do oceano Pacífico, jatos que simulavam correntes marinhas e uma barreira de corais. Morreu em 2003, de pneumonia, depois de ser solto no mar. No filme, Willy escapa de um parque aquático e volta para o oceano com a ajuda de um menino de 12 anos. Em “Free Willy 2″, Keiko acabou sendo substituído por um boneco eletrônico.

“Benji” (1974) foi dirigido por Joe Camp, dono do cachorrinho Benji na vida real.

Em “Melhor é impossível” (1998), Verdell, o excêntrico cãozinho da raça griffon de Bruxelas, foi interpretado por seis cães: Timer, Sprout, Debbie, Billy, Parfait e Jill.

O Totó de “O mágico de Oz” (1939) era na verdade uma cadela chamada Terry.

Mitzi foi o primeiro dos 7 golfinhos Flipper. Ele morreu de ataque cardíaco em 1967. Hoje descansa sob uma estátua no Centro de Pesquisas de Golfinhos, em Grassy Key, na Flórida.

“Babe, o Porquinho Atrapalhado” foi lançado em 1995 e conta a história de um porco que queria ser cão pastor. Por ser um animal que cresce muito rápido, e o personagem do filme ser um filhote, a produção teve que utilizar 48 leitões para a filmagem.

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