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Di Cavalcanti (1897-1976)

24 de abril de 2019

1. Pintou o Brasil das rodas de samba, das gafieiras, das mulatas e do carnaval, numa produção que chegou perto de 5 mil obras, incluindo desenhos e esboços.

2. Participou da organização da Semana de Arte Moderna de 1922, que reuniu várias atividades artísticas como concertos, conferências, declamação de poesias e exposição de arte. Foi dele o cartaz e o catálogo da Semana de 22.

3.  Durante sua estadia na capital francesa, conheceu importantes artistas como Picasso, Braque, De Chirico e Léger e o contato com esses pintores se reflete em sua pintura.

4. No Carnaval, Di Cavalcanti era freqüentador assíduo do Baile das Bonecas, evento clássico de travestis no Teatro da República.

5. Militante do Partido Comunista nos anos 20 e 30, aceitou ser adido cultural brasileiro em Paris. Viajaram no dia 30 de março. No dia 31 jantaram com Vinicius de Moraes e no dia seguinte soube do golpe militar. Di pensou que fosse trote do dia 1º de abril.

6. Morreu vítima de complicações causadas pela cirrose. Seu velório foi documentado por Glauber Rocha, num filme que foi proibido pela Justiça a pedido da filha dele.

7. A modelo Marina Montini foi a musa inspiradora do pintor por mais de dez anos. Di Cavalcanti procurou a morena depois de vê-la em um outdoor que anunciava pneus. Com o sucesso dos quadros, Marina participou de filmes como Pacado Mortal, em 1970, e Di Cavalcanti, em 1977. A modelo enriqueceu como musa do pintor, mas se afundou em dívidas e no alcoolismo. Marina Montini morreu no dia 20 de março de 2006, aos 58 anos, de insuficiência hepática.

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