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Obras de arte que cabem no recheio dos biscoitos Oreo

23 de abril de 2020
Anita Pan, canadense de família taiwanesa, encontrou um jeito bastante curioso de se divertir com os filhos na quarentena. A inspiração nasceu na conta de Instagram @ArtintheEats, de Tisha Cherry, que mostra reproduções de obras de arte em diferentes tipos de comida. Anita se divertiu com o quadro “O Grito”, de Edvard Munch, desenhado na parte branca do recheio do biscoito (ou bolacha, se preferir) Oreo. No final de março, o Getty Museum, de Los Angeles, Estados Unidos compartilhou uma ideia do perfil Between Art and Quarantine e lançou o desafio: os seguidores deveriam recriar uma escultura ou um quadro famosos usando três objetos disponíveis na própria casa. A criatividade rolou solta e o resultado acabou sendo muito divertido. “Decidi recriar obras de arte famosas em Oreos”, conta Anita. “Tornou-se minha atividade diária durante o isolamento social”.

 

Anita, gerente do Serviço Estrangeiro da Escola Woodrow Wilson de Assuntos Públicos e Internacionais, ligada à Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, começou a publicar suas criações no Twitter no dia 4 de abril. A primeira foi a reprodução da escultura “A Pequena Dançarina de Catorze Anos”, do francês Edgar Degas, de 1881. Hoje ela completou a 20ª.  A coleção ganhou uma conta própria no Instagram Art’s Favourite Cookie. Anita procura dar informações sobre a obra original em suas publicações. Destacamos alguns deles aqui:

 

A Pequena Dançarina de Catorze Anos – Edgar Degas (1881)

 

A Grande Onda de Kanagawa – Katsushika Hokusai (1829-1833)

 

O Beijo – Gustav Klimt (1907-1908)

 

Duas Jovens ao Piano – Pierre-Auguste Renoir (1892)

 

Impressão, Nascer do Sol – Claude Monet (1872)

 

Comedian, Maurizio Cattelan (2019)

 

Garota com Balão – Bansky (2002)

 

A Noite Estrelada – Vicent Van Gogh (1889)

 

Um dos biscoitos (ou bolachas, fique à vontade) preferidos de Anita é o “A Noite Estrelada”, do holandês Vicent Van Gogh, de 1889. O quadro está no Moma (Museu de Arte Moderna de Nova York) desde 1941. “Acredito que as estrelas irão brilhar mais forte depois que tudo isso passar”, diz Anita.

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