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Gente famosa e o tabaco

24 de abril de 2019

 

Rodrigo Jerez, o primeiro europeu a visitar Cuba, também foi o primeiro a ser processado pela Inquisição, por estar fumando tabaco. Certa vez, sua mulher o encontrou soltando fumaça pelo nariz e pela boca e acreditou que ele estivesse possuído pelo demônio. Denunciado ao Tribunal da Inquisição, foi julgado e preso.

Catarina de Médici foi a primeira mulher na Europa a usar a planta. Ela sofria de enxaqueca e lhe recomendaram inalar pó de tabaco. Logo o produto se popularizou entre a realeza. Em 1579, o tabaco ganhou fama de afrodisíaco e conquistou a Corte do rei Henrique III.

Abraham Lincoln, que gostava de mascar tabaco e de fumar cachimbo, ficou apaixonado pelos charutos cubanos depois de conhecê-los.

O ditador soviético Josef Stálin fumava cachimbo, o presidente americano Franklin Roosevelt gostava de cigarro e o estadista britânico Winston Churchill era apreciador de charutos. Na Segunda Guerra Mundial, durante as reuniões dos Aliados, esses líderes tomavam decisões militares rodeados de muita fumaça.

Sigmund Freud fumava até 20 charutos por dia. Morreu vítima de um câncer no maxilar, em conseqüência do fumo.

A mulher do físico Albert Einstein disse que ele fumava muito enquanto estava absorto em seus pensamentos.

O artista Pablo Picasso foi dado como morto quando nasceu. Mas o médico Salvador Ruiz, tio do bebê, resolveu soltar fumaça de tabaco no rosto da criança recém-nascida, “reavivando” o bebê.

Livro conta a história de uma autora que emagreceu fazendo um blog.

 

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