MCDONALDS

  • Ray Kroc vendia multimixers, máquinas que batiam 6 milk-shakes de uma só vez. Em 1954, ele foi conhecer um pequeno drive-in de hambúrgueres que precisava de 8 de seus multimixers de uma só vez. Era o estabelecimento dos irmãos Dick e Maurice McDonald, onde as pessoas faziam fila para comprar um hambúrguer por 15 centavos ou uma porção de batatas fritas por 10 centavos. Krok imaginou que se os McDonald abrissem mais 10 estabelecimentos, ele poderia vender 80 multimixers.
  • Os irmãos já tinham franquias, mas muitas não mantinham os padrões e prejudicavam a imagem do estabelecimento. Mesmo assim, Kroc os convenceu a abrir novas lojas. Partiu para Chicago com uma planta do restaurante, uma receita para as batatas fritas e um contrato que lhe dava permissão para encontrar novos locais para as filiais. Uma das únicas exigências era a de que todos os restaurantes deveriam ter a aparência exata daquele de San Bernardino.
  • A primeira loja, aberta em abril de 1955, em Des Plaines, Illinois, foi um grande sucesso. Em 1957, eram 37 estabelecimentos. A dedicação de Kroc aos estabelecimentos era total, e logo ele cansou-se da letargia dos irmãos McDonald. Comprou a companhia com 2,7 milhões de dólares vindos de um investidor.
  • Na década de 60, as lanchonetes ganharam lugares para se sentar. O sistema drive thru apareceu no início dos anos 70. Ronald McDonald, símbolo da rede, foi criado em 1963. A rede chegou ao Brasil em 1979, no Rio de Janeiro. No ano seguinte, instalou-se em São Paulo.
  • Em 2004, o norte-americano Morgan Spurlock lançou o documentário Super Size Me: A Film of Epic Proportions (Eu em Super Tamanho: Um Filme de Proporções Épicas), em que mostrava a deterioração de sua saúde após passar um mês comendo apenas alimentos da rede. O cineasta começou a gravação com 84 quilos e acabou com 95. Seu nível de colesterol subiu 60 pontos. Pouco tempo depois, a lanchonete decidiu retirar do cardápio de todas as suas lojas os maiores tamanhos de bebida e de batatas fritas. Em contrapartida, as filiais australianas da rede resolveram se defender das acusações lançando uma campanha publicitária, que se propõe a separar “a ficção dos fatos”.