Quem criou  o troféu da Libertadores

da América, o mais importante torneio de futebol interclubes  do continente, teve início em 1960. Foi criado com o  objetivo de selecionar um representante para disputar  o Mundial Interclubes contra o vencedor da Copa dos Campeões da Europa.

A Copa Libertadores

em homenagem àqueles que lutaram pela independência dos países sul-americanos, como José Miguel Carrera (Chile),  Antonio José de Sucre (Bolívia), Dom Pedro I (Brasil), Simon Bolívar (Bolívia, Venezuela,  Peru e Equador) e José Artigas (Uruguai).

Recebeu este nome

do início do primeiro campeonato, em 1959, o dirigente peruano Teófilo Salinas lançou um concurso para a escolha do troféu. Recebeu doze propostas de artesãos da América do Sul.

Um ano antes

foi o imigrante italiano  Alberto de Gasperi, designer da Joalheria Camusso, em Lima, no Peru. Alberto foi também responsável pela confecção da primeira taça, feita em prata esterlina.

O ganhador

– paixão que nos une”, do jornalista Nicholas Vital, explica que a peça conta “com um globo de 21 centímetros de diâmetro na parte de cima, onde estão gravados os brasões dos países sul-americanos, cuja liberdade é celebrada”.

O livro “Libertadores

pesa 10,025 quilos e mede 99 centímetros, incluindo a figura do jogador que decora o topo da bola.

O troféu atual

da taça tinha 63 centímetros, sendo que a base possuía  7 centímetros. Não havia ainda espaço para colocação das plaquinhas com os nomes dos campeões.

A primeira versão

só foi aparecer em 1967. Ela já foi trocada algumas vezes: 1981, 1991 e 2003. A atual estrutura tem  42 centímetros. Possui espaço para a colocação de plaquinhas até 2022.

A base em madeira

plaquinhas são padronizadas. São 10 centímetros de largura por 3,5 centímetros de altura). Elas trazem o nome, o país e o escudo do campeão, além do ano da conquista.

Atualmente as

ano em que o Olimpia, do Paraguai, sagrou-se campeão, a taça ficou seis meses desaparecida. O presidente do clube, Oswaldo Domínguez Dibb, descobriu que o troféu estava escondido na casa do irmão dele, Humberto.

Em 1990,

campeão da Libertadores foi o uruguaio Peñarol, que passou pelo Olimpia na decisão (1 x 0 e 1 x 1).

O primeiro

quem vencesse a competição três vezes consecutivas ficaria com o troféu. Só dois times argentinos conseguiram essa  proeza até hoje:  Estudiantes (1968 a 1970) e  Independiente (1972 a 1974).

Inicialmente,

criado em 1975 e usado até hoje, o nome do meio da esfera - "Campeonato de Campeones de Sudamerica" - mudou para “Copa Libertadores”.

No novo troféu,

Copa Libertadores da América de futebol feminino foi disputada em 2009 e vencida pelo Santos, do Brasil. A taça oferecida às campeãs é quase igual à dos homens, mas com uma jogadora no topo.

A primeira

A história do

Kichute