foi a também inglesa Jane Wells Webb Loudon, autora de “A Múmia - Um Conto do Século 22”, de 1827.
Outra pioneira
fala de uma múmia do Antigo Egito, trazida de volta à vida por meio de métodos científicos. A obra apresenta uma Londres do futuro, onde as mulheres usam calças, cirurgiões e advogados são autômatos movidos a vapor, e existe uma espécie de Internet.
A história
a escrita feminina era marginalizada. Por isso, algumas autoras usavam pseudônimos masculinos. Gertrude Barrows Bennett,por exemplo, assinava como Francis Stevens.
Nesse período,
grande escritora americana de ficção científica e tambéma criadora da “dark fantasy”, histórias que incorporam temas assustadores na fantasia. Entre outros autores, ela influenciou o horror cósmico de H.P. Lovecraft.
Ela foi a primeira
também que foram deixadas em segundo plano. O caso mais clássico é o da alemã Thea von Harbou.
Há autoras
(1927) é todo creditado a Fritz Lang, mas poucos falam que foi a mulher dele, Thea, quem escreveu o livro e o roteiro do filme.
O filme “Metropolis”
Queen utilizou cenas do filme no videoclipede "Radio Gaga".