americano William Morrison inventou uma máquina composta por uma bacia giratória com furos minúsculos, em 1897. Teve a ajuda de John C. Wharton. Produziu um doce inicialmente batizado de “The Fairy Floss” (O Fio das Fadas).
O dentista
é atribuída também a Josef Delarose Lascaux, na Feira Mundial de Chicago, em 1830. E reivindicada ainda por outro americano, Thomas Patton, que teria começado a vender o doce nos intervalos do Circo Ringling Brothers em 1900.
A invenção
Foto: Charles “Teenie” Harris/Heinz Family Fund/Carnegie Museum of Art
em Miami, Estados Unidos, faz o algodão-doce e o sorvete se transformarem em instagramáveis pizzas e burritos.
A Icy-N-Spicy,
na Califórnia, Estados Unidos, faz a gente ficar até com pena de saborear o algodão-doce.
A Polar Playground,
o Mellower Coffee oferece café com chuva de algodão-doce para ajudar a adoçar a bebida.
Na China,
a Dona Nuvem foi uma febre em São Paulo, com sua casquinha envolta em uma saia de algodão-doce.
Inaugurada em 2017,
a Magic Candies mostra que não há limite para a imaginação: quanto maior e mais colorido o algodão-doce, melhor.
Também em São Paulo,
no Paraná, faz algodão-doce em formato de flor em uma máquina com autoatendimento robotizada.