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Incidentes diplomáticos

  • "Ataque fascista": foi assim que o chanceler da Turquia chamou a briga entre jogadores do italiano Roma e do Galatasaray, em 2002. A declaração forte causou desconforto diplomático entre os dois países.
     
  • Técnicas de magia negra foram o pivô do incidente diplomático entre times africanos, em 2002. O técnico de goleiros do Camarões, Thomas N’Kono, foi acusado de usar "magia negra" durante a partida contra o Mali.
     
  • Demonstrações de racismo marcaram o amistoso entre as seleções da Espanha e da Inglaterra, em novembro de 2004. O comportamento de torcedores espanhóis, que imitavam macacos quando os jogadores negros Ashley Cole e Shaun Wright-Philips tocavam na bola, recebeu duras críticas do Ministro dos Esportes da Inglaterra, que exigiu explicações do governo da Espanha.
     
  • A torcida do time inglês West Ham não perdeu a piada ao associar o adversário italiano Palermo com a organização criminosa Máfia. No confronto entre os times em 2006, pela Copa da Uefa, torcedores ingleses usaram camisetas com a frase "Hammers contra a Máfia". A provocação acabou em uma briga que envolveu 500 torcedores e deixou 17 feridos. Depois do incidente, o governador da Sicília, Savatore Cuffaro — região notória por abrigar organizações mafiosas no passado — passou a distribuir camisetas com slogans "antimáfia".
     
  • A vitória da Itália contra a França na final da Copa do Mundo de 2006 motivou declarações polêmicas de um ex-ministro italiano, que classificou o título como um "triunfo da identidade". Para ele, a Itália venceu porque contava com jogadores do próprio país e não com os "negros, muçulmanos e comunistas" da França.

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