O mais importante torneio de futebol interclubes da América do Sul teve início em 1960. Foi criado com o objetivo de selecionar um representante para disputar o título de Campeão Mundial Interclubes com o vencedor da Copa dos Campeões da Europa.
A disputa recebeu este nome em homenagem aos homens que lutaram pela independência dos países sul-americanos: Dom Pedro I, Simón Bolívar, Bernardo O’Higgins, José de San Martín e Antonio José de Sucre.
O primeiro ganhador da Libertadores foi o time uruguaio Peñarol. Ele derrotou na final o paraguaio Olímpia. No ano seguinte, o Peñarol se sagrou bicampeão, em cima do Palmeiras.
O primeiro brasileiro a ganhar a disputa foi o Santos de Pelé, na terceira edição, em 1962. No ano seguinte, a equipe paulista foi bicampeã, em cima do Boca Juniors — até hoje, o Santos é o único time brasileiro a derrotar o Boca em uma final de Libertadores.
O jogador com o maior número de conquistas é o ex-zagueiro argentino Francisco Pedro Manuel Sá. Ele ganhou seis vezes, todas por times argentinos: quatro vezes pelo Independiente (1972, 1973, 1974 e 1975) e duas vezes pelo Boca Juniors (1977 e 1978).
O primeiro time brasileiro a participar do campeonato foi o Bahia, na primeira edição, em 1960. A equipe voltou a participar outras duas vezes: 1964 e 1989.
Palmeiras e São Paulo estão empatados no posto de clube brasileiro com mais participações: 14 cada. Em seguida, vem o Grêmio, com 12 Libertadores disputadas.
A Argentina conquistou o maior número de títulos da história. Foram 22 vezes. O clube que mais conquistou o título foi o Independiente, 7 vezes campeão (1964, 1965, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1984).
Em 25 de junho de 2005, o lateral-direito Cicinho entrou para a história ao marcar o gol 10 mil da Libertadores. O feito ocorreu em um jogo do São Paulo, time do jogador, contra o Palmeiras. O tricolor ganhou a partida por 1 a 0. Por coincidência, esta também foi a 100ª disputa de Cicinho com a camisa do clube.
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