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Cinema brasileiro
Curtinhas

A paternidade do cinema brasileiro é atribuída a Afonso Segreto, que filmou a Baía de Guanabara em 19 de junho de 1898. Por terem sido as primeiras cenas em movimento em terras brasileiras, a data se transformou no aniversário do cinema brasileiro.

Mas o primeiro a fazer cinema de verdade no Brasil foi o mineiro Humberto Mauro: Brasa dormida, Thesouro perdido e Ganga bruta foram alguns de seus filmes.

Eliana Macedo foi a primeira estrela do cinema brasileiro. Fazia quase sempre a mocinha ingênua, namorada dos galãs. Fez 26 filmes em 27 anos. O primeiro foi O mundo se diverte, de 1949. Encerrou sua carreira com Um morto ao telefone, do início dos anos 60. Em 1979, participou da novela Feijão maravilha.

O Cine Regência, em São Paulo, apresentou uma grande novidade em 10 de setembro de 1954: o primeiro sistema de projeção em Cinemascope no Brasil.

A atriz cearense Florinda Bulcão foi para a Itália em 1968, descoberta para o cinema por Luchino Visconti. Passou, então, a se chamar Florinda Bolkan.

Flávio Migliaccio tem o recorde de maior número de papéis num único filme brasileiro. Foi em Como vai, vai bem, de 1969. Ele fez 8 personagens.

O Cine Rio Branco, em Nazaré das Farinhas (BA), foi inaugurado em 1929. É o mais antigo cinema do Brasil ainda em atividade. Em 1998, estava ameaçado de demolição, mas foi comprado por 80 mil reais pelo jogador de futebol Vampeta, que restaurou o prédio.

Vamos com calma, de Carlos Manga, tem um recorde curioso: apesar do nome, ele fez o roteiro, dirigiu e montou o filme em 20 dias. Tudo isso porque a produtora Atlântida estava sem um filme carnavalesco naquele ano de 1956.

O diretor Bruno Barreto é casado com a atriz americana Amy Irving, ex-mulher de Steven Spielberg. No divórcio, ela recebeu 112 milhões de dólares devido a um acordo pré-nupcial.

O filme Os Cafajestes, realizado por Ruy Guerra em 1962, provocou escândalo ao exibir, durante 4 minutos, Norma Bengell no primeiro nu frontal de que se tem notícia na cinematografia brasileira.

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