Greta Lovisa Gustafsson nasceu em Estocolmo (Suécia) em 18 de setembro de 1905.
Seu apelido de infância era Katha.
Seu pai morreu quando ela tinha 14 anos. Para ajudar a família com as despesas da casa, Greta precisou abandonar os estudos e arrumar um emprego em uma loja de departamentos. Seus chefes a acharam tão bonita que começaram a usar seu rosto em campanhas publicitárias.
Sua irmã morreu de câncer linfático.
Foi para Hollywood em 1925, mas não fez sucesso logo de cara. Seu forte sotaque sueco e sua aparência, dentuça de cabelos crespos, dificultaram o início da carreira no cinema americano. A atriz precisou melhorar o visual e se aperfeiçoar no inglês.
Greta e o ator Clark Gable não se gostavam. Ela achava grosseiro o estilo de interpretação dele, e ele a achava esnobe.
Em 1927, largou o ator John Gilbert plantado no altar. Ela nunca se casou com ninguém.
Toda vez que ficava insatisfeita com algo durante as filmagens em Hollywood, gritava para a produção: "Acho que vou voltar para a Suécia!".
Exceto no começo de carreira, Garbo se recusava a dar entrevistas e autógrafos, responder cartas dos fãs e comparecer às estreias de filmes.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ajudou os aliados denunciando simpatizantes influentes do Nazismo e levando mensagens para os agentes ingleses.
Ao longo de sua vida, fez 34 filmes, mudos e falados. Foi indicada ao Oscar de melhor atriz 4 vezes, por sua atuação em. "Anna Christie", "Romance","A Dama das Camélias" e "Ninotchka". Em 1954, Hollywood fez uma reavaliação tardia do talento da atriz e decidiu premiá-la com um Oscar especial pelo conjunto da obra. Garbo não compareceu à cerimônia para receber a estatueta.
Traumatizada pela Guerra e incomodada com as críticas por seu papel em "Duas Vezes Meu", a atriz viveu os últimos anos de sua vida em absoluta reclusão, entre 1942 e 1990. Morreu às 11h30 da manhã do dia 15 de abril de 1990, domingo de Páscoa, vítima de pneumonia. |