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Bienais |
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| Bienal Internacional de São Paulo |
O empresário Francisco Matarazzo Sobrinho, mais conhecido como Ciccillo, criou a Bienal Internacional de São Paulo em 1951, logo após a inauguração do Museu de Arte Moderna (MAM). A mostra foi a primeira exposição de grande porte realizada fora do eixo cultural EUA-Europa.
Sua edição inicial seguiu os moldes da Bienal de Veneza e enfrentou dificuldades para reunir participantes. As pessoas tinham receio em mandar seus trabalhos para um país que não possuía visibilidade cultural no mundo. A exibição seria um fracasso, não fosse a intervenção da esposa de Ciccillo, Yolanda Penteado. Yolanda foi pessoalmente a Europa apresentar a proposta do evento e convidar os artistas.
As 1.854 obras que a embaixatriz da Bienal conseguiu trazer à São Paulo vinham de 23 países. Elas foram expostas na esplanada do Trianon ? espaço ocupado hoje pelo MASP -, onde os arquitetos Luís Saia e Eduardo Kneese de Mello projetaram um polígono de madeira de 5.000 metros quadrados.
Em 2003, quando a Bienal chegou à 25ª edição, já haviam participado do evento 10.660 artistas de 148 países. Eles apresentaram 56.932 obras. |
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