Durante a República Café-com-leite, em que presidentes mineiros e paulistas se revezavam no poder, 4 candidatos não tiveram que concorrer com ninguém: Prudente de Moraes, Washington Luís, Afonso Pena e, por duas vezes, Rodrigues Alves.
Lula não foi o primeiro operário a concorrer à Presidência do país. Em 1930, Minervino de Oliveira, empregado de uma fábrica de tecidos, disputou o cargo pelo Bloco Operário Camponês, uma ala do Partido Comunista. Ele já tinha sido eleito vereador pelo Rio de Janeiro em 1928.
Minas Gerais foi o estado que mais elegeu presidentes: foram 8, sem contar o topetudo Itamar Franco, que nasceu em um navio no litoral da Bahia. É também o campeão na eleição de vices: 9 mineiros ocuparam o cargo.
Pedro Collor fez as primeiras denúncias que acabaram resultando no impeachment de seu irmão, o presidente Fernando Collor. Pedro concorreu a uma cadeira de deputado estadual. Saiu das urnas com 5.373 votos e perdeu a eleição. Já Augusto Farias, irmão de PC (Paulo César Farias), garantiu o retorno à Câmara dos Deputados, em Brasília.
Durante a campanha indireta de 1984, Paulo Maluf, o candidato do governo, usou um avião batizado de Esperança, mesmo nome do Douglas que carregava o presidenciável Carlos Lacerda na sua frustrada campanha de 1965.
O ex-governador gaúcho Leonel Brizola voltou ao Brasil em 6 de setembro de 1979. Foram 5.594 dias de exílio, o mais longo sofrido por um político brasileiro. Na infância, Brizola trabalhou como engraxate, lavador de pratos, jornaleiro, carregador de malas em hotel e ascensorista. |