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Paulo Francis
Paulo Francis
  • O jornalista se chamava, na verdade, Franz Paulo Trannin da Matta Heilborn. Nasceu em 2 de setembro de 1930, no Rio de Janeiro (RJ).
     
  • Durante sua adolescência e juventude, lia durante 6 horas todos os dias.
     
  • Aos 22 anos, entrou para o Teatro do Estudante do Brasil - TEB, companhia de Paschoal Carlos Magno. Seis anos mais tarde, foi contratado como diretor do Teatro Nacional de Comédia - TNC, companhia oficial do Serviço Nacional de Teatro, SNT.
     
  • Em 1957, o ator iniciou sua carreira de crítico com uma coluna sobre teatro no jornal “Diário Carioca”.
     
  • Em 1958, o ator Paulo Autran cuspiu em Paulo Francis, que havia publicado um artigo criticando a atriz Tônia Carrero e dizendo que ela havia subido na vida se prostituindo. Ele se arrependeu do texto mais tarde. Em outra oportunidade, Autran tentou dar um soco em Francis, mas não conseguiu. Deixou o feito para Adolfo Celi, marido de Tônia.
     
  • Francis foi um dos fundadores do jornal “O Pasquim”, em 1969, época do Regime Militar. Chegou a ser preso 4 vezes em 8 meses por causa dos textos que publicava.
     
  • Em meados dos anos 80, renegou a esquerda política e declarou-se um “conservador esclarecido”. Mudou-se para Nova York, mas continuou trabalhando para a televisão brasileira como comentarista político e cultural.
     
  • E, 1983, publicou uma crônica no jornal “Folha de S. Paulo” chamando Caetano Veloso de "pajé doce e maltrapilho", alegando muita reverência do baiano em uma entrevista com Mick Jagger. Em resposta, o cantor disse que Francis era um "bicha amarga" e "mau caráter", finalizando: "Essas bonecas travadas são danadinhas".
     
  • Durante a década de 90, teve uma coluna semanal no jornal “O Estado de S. Paulo” em que escrevia sobre os costumes da sociedade norte-americana.
     
  • Não possuía diploma de graduação, mas cursou mestrado em Literatura Dramática Comparada na Universidade de Columbia, em Nova York (EUA).
     
  • Chamava Eduardo Suplicy de “Mongadon” (nome de um sonífero), Hillary Clinton de “a bunda", José Sarney de “Ribamar” e Ruth Escobar de "tamanqueira".
     
  • Achava Cacilda Becker melhor atriz que Fernanda Montenegro.
     
  • Ao longo de sua vida, lançou 12 livros, entre eles Opinião pessoal (1966), Paulo Francis nu e cru (1976), e Trinta anos esta noite – 1964: O que vi e vivi (1994). Em 2008, foi lançada uma obra póstuma, o romance Carne viva.
     
  • Morreu em 4 de fevereiro de 1997, vítima de infarto, em seu apartamento em Nova York (EUA). Deixou dois apartamentos em Manhattan (EUA, uma casa em Petrópolis (RJ), e uma conta bancária avaliada em três milhões de dólares.
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