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Washington Olivetto |
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| Washington Olivetto |
- O publicitário Washington Olivetto nasceu em São Paulo (SP) no dia 29 de setembro de 1951.
- Ele começou a trabalhar com propaganda aos 18 anos. Na manhã do dia 1º de abril de 1969, o pneu do carro que Olivetto guiava – um Karmann Ghia vermelho – furou e ele entrou em uma pequena agência de publicidade para pedir ajuda. Mudou de idéia na hora e perguntou se eles precisavam de um estagiário. Acabou conseguindo a vaga.
- Aos 20 anos, conquistou o Leão de Ouro, um dos prêmios mais importantes da publicidade mundial. O filme contemplado, primeiro de sua carreira, falava da marca de produtos sanitários Deca. Até 2011, Olivetto já havia conquistado o troféu outras 49 vezes, entre ouro, prata e bronze.
- Seu apelido é "Golden Boy" (Garoto Dourado).
- É fã dos poetas Vladimir Maiakovski e Roberto Piva.
- Antes de montar com Javier Lhessá Ciuret e Gabriel Zellmeister a agência de publicidade W/Brasil, em 1986, trabalhou durante 16 anos para a DPZ, que é hoje uma de suas principais concorrentes.
- Entre as campanhas de sucesso que criou estão a do garoto Bombril (interpretado pelo ator Carlos Moreno) e a do primeiro sutiã, feita para a Valisére. Também foi dele a idéia de usar como garoto-propaganda o político Paulo Maluf (sapatos Vulcabrás) e o empresário Bill Gates (Unibanco).
- Torcedor do time de futebol Corinthians, foi um dos ideólogos da chamada "Democracia Corintiana". O movimento sócio-político-esportivo ocorreu na década de 1980 e defendia a inclusão dos jogadores na tomada de decisões importantes sobre o time.
- No dia 11 de dezembro de 2001, Olivetto foi sequestrado. Permaneceu 54 dias em um cativeiro no bairro do Brooklin, em São Paulo (SP), até ser encontrado pela polícia. O publicitário refere-se ao episódio como "aquele mico".
- Durante o tempo que ficou preso, pediu um caderno aos raptores, no qual registrou suas "memórias do cárcere". Em certa ocasião, os bandidos o proibiram de escrever e ele revidou jogando um balde com fezes sobre eles.
- Em 2005, o escritor Fernando Morais lançou Na Toca dos Leões. O livro conta a história da agência W/Brasil e de seus fundadores. Além disso, dedica dois capítulos para narrar com detalhes até então desconhecidos o sequestro de Olivetto. Ele e Morais são grandes amigos. Mesmo assim, o publicitário declarou não ter gostado de algumas passagens da obra.
- O deputado federal Ronaldo Caiado entrou em abril de 2005 com duas ações cíveis contra Morais. É que em Na Toca ele menciona que o político - cliente da W/Brasil nas eleições de 1989 para a presidência - havia apresentando a "esterilização das mulheres como solução da superpopulação dos estratos inferiores da população, os nordestinos". Por causa do processo, o livro de Mories teve de ser recolhido. No final, a Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Goiás cassou a liminar em 20 de outubro de 2005 e a obra voltou ao mercado
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