A primeira proposta de criar um dia em homenagem às mulheres foi feita pelo Partido Socialista norte-americano em 1909.
No ano seguinte, a Internacional Comunista, realizada em Copenhague, decidiu colocar a ideia em prática, já que manifestações pelo direito de voto e fim da discriminação feminina se multiplicavam em todos os países industrializados.
Até 1913, nos Estados Unidos, a ocasião era lembrada no último domingo do mês de fevereiro. A data, porém, demorou a ser comemorada de fato: a primeira vez ocorreu em 1910, graças a uma iniciativa da 2ª Conferência Internacional das Mulheres, realizada em Copenhague (Dinamarca). O dia 19 de março acabou sendo escolhido para sediar a celebração.
O dia 8 de março passou a ser o Dia Internacional dos Direitos da Mulher e pela Paz em 1977, por decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas. Existem duas versões para sua escolha.
Uma diz que, nessa data, em 1857, 129 operárias de uma fábrica têxtil de Nova York entraram em greve. Além de salário igual ao dos homens, elas reivindicavam a redução da jornada de trabalho, que era de até 16 horas diárias. Os patrões trancaram as operárias e incendiaram a fábrica. Todas as grevistas morreram queimadas.
A outra faz referência a uma manifestação de operárias em de São Petersburgo, em 1917.
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